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1º de maio, dia de luta

Afirmar a unidade do povo trabalhador
O dia 1º de maio é dia de luta e luto em vários países do mundo, dia de lembrar dos trabalhadores operários de Chicago que foram assassinados por reivindicar uma jornada de trabalho de 8 horas diárias. Dia de lembrar os trabalhadores que são assassinados no cotidiano das lutas de classe contra o capitalismo em nossos dias de neoliberalismo.
1º de Maio NÃO é dia do trabalho. É do TRABALHADOR. A diferença é muito grande, diferença política, não de grafia. Para muitas organizações sociais e políticas o Primeiro de Maio é dia de show e de sorteio de prêmios, e durante essa manifestação, ninguém fala de exploração, organização, luta, ninguém fala da história de lutas que originou essa data.
Para os Círculos Bolivarianos Leonel Brizola o 1º de maio de 2007 deve se caracterizar como mais um passo no caminho para a construção da unidade do povo trabalhador em torno de uma alternativa popular que aponte a necessidade de um projeto nacional que altere o sistema de poder, realize reformas de base estruturais, verdadeiramente transformadoras da sociedade, derrote e reverta as “reformas” neoliberais.
Categoria: Círculos na Luta
Escrito por CBLB às 09h13
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1º de Maio, dia de luta
Um primeiro de maio dentro da lógica e dos valores do Encontro Nacional de 25 de março contra as reformas neoliberais em SP onde mais 6000 lutadores e lutadoras sociais da cidade e do campo e das mais variadas organizações sociais (MST, CONLUTAS, CUT, CMS, MTL, INTERSINDICAL, FST, CONAM, UNE, UBES, CONLUTE, MTST, CEBs e Pastorais Sociais de São Paulo, Andes-SN, ASSIBGE, Cobap, Condsef, Fenafisco, Fenasps, Sinait e Sinasefe etc) e políticas (PSTU, PT, PSOL, PCB, PCdoB, PSB, PDT, PCR, CONSULTA POPULAR, CBLB(m) etc) definiram um manifesto e um plano de ação unitário contra as reformas neoliberais que são um marco para o avanço da luta popular e classista em nosso país.
Em muitos estados devido a contradições menores baseadas no sectarismo, no esquerdismo, no eleitoralismo e em políticas hegemonistas não conseguimos reproduzir essa unidade popular e classista nas atividades do 1º de maio. De nossa parte estaremos defendendo em todos os espaços a necessidade do avanço dessa unidade sem atrelamento a prazos ou atos eleitorais, mas sim a necessidade das lutas populares e classistas.
Proletários de todo o mundo, uni-vos!
TODO PODER AO POVO !
PÁTRIA, SOCIALISMO OU MORTE !
Categoria: Círculos na Luta
Escrito por CBLB às 09h12
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Boletín Informativo N 152. 23 de setiembre de 2006 Secretaría de Organización: organizacion@congresobolivariano.org Todos los artículos son de libre publicación citando la fuente |
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Ante la nueva provocación del Gobierno de Bush.
SOLIDARIDAD CON VENEZUELA, SU CANCILLER, GOBIERNO Y PUEBLO
Declaración del Congreso Bolivariano de los Pueblos . |
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www.congresobolivariano.org |
Exprese su solidaridad: solidaridad@congresobolivariano.org
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VENEZUELA: SOLIDARIDAD CON VENEZUELA, SU CANCILLER, GOBIERNO Y PUEBLO. Declaración del Congreso Bolivariano de los Pueblos.
En relación al atropello cometido por funcionarios estadounidenses contra el Canciller venezolano Nicolás Maduro, la Secretaría de Organización del Congreso Bolivariano de los Pueblos declara:
- Repudiamos la nueva agresión del gobierno de Bush contra la República Bolivariana de Venezuela, manifestada en el tratamiento irrespetuoso y arbitrario llevado a cabo por autoridades estadounidenses contra el Canciller venezolano Nicolás Maduro.
- Que esta provocación responde a la política agresiva, terrorista y fascista del imperialismo norteamericano, que intenta delincuencialmente desestabilizar al gobierno democrático del Presidente Chávez.
- Felicitamos la valerosa actitud del Canciller venezolano al oponerse al atropello de los funcionarios del gobierno de Bush, defendiendo así la dignidad nacional y no dejándose intimidar ante la agresión manifiesta.
- Expresamos nuestra más plena solidaridad al Gobierno de Venezuela, al Canciller Nicolás Maduro y al pueblo todo ante esta nueva agresión.
- Denunciamos ante la opinión pública internacional que este episodio es uno más en una cadena de agresiones contra la soberanía venezolana que encabeza la administración Bush.
- Ante este atropello, el Congreso Bolivariano de los Pueblos llama a las organizaciones populares de Nuestra América a estrechar filas en defensa de la Revolución Bolivariana, el pueblo venezolano y su gobierno.
Fernando Bossi, Secretario de Organización del Congreso Bolivariano de los Pueblos.
Exprese su solidaridad a: solidaridad@congresobolivariano.org |
Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 12h07
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Bolivarianos na luta dos servidores públicos do Rio
O movimento bolivariano Círculos Bolivarianos Leonel Brizola participou ontem da passeata dos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro. A grande maioria dos servidores pertenciam as áreas de educação e saúde, as mais atingidas pelo (des)governo da “famiglia” garotinho.
Com a participação do Círculo Bolivariano Paulo Freire, que atua na defesa da educação pública, integral, gratuita e de qualidade, a passeata percorreu toda a Avenida Rio Branco terminando nas escadarias da Câmara Municipal onde um bolo em comemoração do fim do governo de Rosinha foi cortado e distribuído a população.
Qualquer que seja o resultado das eleições de outubro os profissionais da educação e da saúde já sinalizam que os próximos anos serão de muita luta e mobilizações pelas reivindicações dessas categorias que estão sem aumento há mais de uma década sofrendo com a falta de condições de trabalho dignas para atenderem a população carioca e fluminense.
Categoria: Círculos na Luta
Escrito por CBLB às 13h05
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Chávez pede reforma na ONU, denuncia o imperialismo estadunidense e o "diablo" Bush
Veja o discurso: http://www.youtube.com/ep.swf?id=8C4244F3406E1C68&eurl=
Leia o discurso: http://www.aporrea.org/venezuelaexterior/n83899.html
Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 01h19
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Conquistando los corazones y mentes árabes
Chávez no lidera ni pertenece a un movimiento religioso. Tampoco es considerado un terrorista por Washington, todavía. Es, a diferencia de los líderes árabes, un presidente electo democráticamente y un socialista antiimperialista que no tiene igual en el mundo árabe
Gastos por el orden de miles de millones de dólares, decenas de miles de vidas perdidas, cientos de horas de discursos televisados y ruedas de prensa, amplios esfuerzos diplomáticos, planes políticos y militares, años en Irak y mucho más. Nada de esto ayudó a Estados Unidos a alcanzar el objetivo anunciado por su presidente de “conquistar los corazones y mentes árabes”. Al contrario, parece que George Bush ha perdido los corazones y mentes de muchas personas que habían apoyado los planes de Estados Unidos en Medio Oriente.
Parece que otra persona en el continente americano tiene la formula secreta para alcanzar ese objetivo mucho más rápido y a un bajo precio.
Hugo Chávez, Presidente de Venezuela, se vio en el centro de la política del Medio Oriente cuando anunció que iba a retirar a su diplomático de más alto cargo de Israel, el encargado de negocios venezolano en Tel Aviv. Y no porque Israel le halla hecho algo a este país, sino por lo que le hace a los palestinos y libaneses que se encuentran a miles de millas de distancia.
Esta acción siguió luego de que Chávez condenara repetidamente lo que describe como la “agresión” y el “genocidio” de Israel contra Líbano y el pueblo libanés. Fue el primer mandatario en pronunciar estas duras palabras contra Israel después de la violencia desatada el mes pasado en la frontera Israel-Líbano; y lo hizo incluso antes de cualquier país árabe o musulmán.
Hoy día, en muchos sitios árabes de Internet, se pueden leer comentarios como: “Soy palestino. Pero mi presidente es Chávez, no Abu Mazen. O “No quiero ser árabe. A partir de ahora seré venezolano”.
En Gaza y Ramallah, en territorios palestinos, me dicen que al lado de afiches de Arafat y de Che Guevara, se ha añadido uno nuevo, el de Chávez.
Leia mais http://www.mci.gob.ve/noticiaespanol.asp?num=761
Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 08h22
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EUA duplicam ajuda a ONGs de oposição na Venezuela Claudia Jardim de Caracas
Em ano de eleições presidenciais na Venezuela, o governo dos Estados Unidos duplicou o financiamento destinado às organizações não-governamentais vinculadas à oposição ao governo Hugo Chávez. A Fundação Nacional para a Democracia (NED na sigla em inglês), financiada pelo Congresso dos Estados Unidos, investirá US$ 2 milhões no país caribenho, o dobro da remessa enviada no ano passado. A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid, na sigla em inglês), que administra grande parte dos gastos públicos destinados à América Latina, também duplicou o número de projetos a serem desenvolvidos na Venezuela. Conforme investigações da advogada americana Eva Golinger - autora do livro O Código Chávez, que revela a participação dos Estados Unidos no Golpe de Estado de 2002 na Venezuela -, no ano de 2002 a Usaid financiou 67 projetos no país. Para este ano, 132 projetos foram aprovados. Entre as iniciativas de ONGs financiadas com dinheiro americano estão seminários, projetos de formação de líderes comunitários, distribuição de donativos em bairros pobres, além de serviços de assessoria a partidos políticos. Funcionários do governo americano afirmam que os convênios estabelecidos são "legais" e "politicamente neutros", com o objetivo de promover a democracia no país. Para partidários do presidente Hugo Chávez, porém, Washington pretende desestabilizar o país e afastar o presidente do poder.
Mais recursos Após um processo movido pela agência de notícias Associated Press nos Estados Unidos, as autoridades americanas divulgaram um documento em que revelam que, para o período entre 2005-2007, a Usaid prevê um gasto de US$ 7,2 milhões em convênios com organizações venezuelanas. Nos últimos quatro anos, foram gastos mais de US$ 26 milhões, de acordo com dados da OTI (Oficina de Iniciativas de Transição) da Usaid. Um dos pontos polêmicos deste financiamento é o anonimato das organizações e suas atividades. De acordo com o documento, entre 2004 e 2005, cerca da metade dos projetos não estão identificados pelo nome das organizações ou não revelam mais detalhes sobre as atividades desenvolvidas. A Usaid argumenta que ao revelar as identidades poderia cometer uma "invasão injustificada da privacidade pessoal" e poderia colocar em risco os beneficiários.
Eleições à vista Na opinião de Eva Golinger, o crescimento do número de projetos e de financiamento está vinculado diretamente com o ano eleitoral. A seu ver, os Estados Unidos pretendem ajudar a oposição a criar uma plataforma política unificada e dividir as comunidades que apóiam o governo Chávez. "Há uma necessidade de unir a oposição e ao mesmo tempo gerar um clima de descontentamento no país que pode ser determinante no processo eleitoral", afirma a advogada americana. A reportagem da BBC Brasil conversou com uma das organizações que recebem financiamento tanto da NED como da Usaid. Sem declarar a quantidade de dinheiro que foi recebida pela sua organização, a "Liderança e Visão", o diretor acadêmico Roberto Casanova diz não se surpreender com o aumento de recursos norte-americanos durante o ano eleitoral. "Me parece bastante lógico. Existe uma preocupação crescente e generalizada de outros países com relação ao futuro da democracia venezuelana", disse.
Irregularidades A legislação venezuelana estabelece que qualquer ingresso de capital estrangeiro no país deve ser notificado junto aos órgãos de regulação fiscal. Caso contrário, o ingresso pode representar uma violação das leis cambiais, com evasão de impostos. Em entrevista à BBC Brasil, o deputado do partido Pátria Para Todos (PPT) José Albornoz diz que a "legislação está sendo violada". "Isso faz parte da conspiração dos Estados Unidos que pretendem violar o Estado de Direito e a Constituição venezuelana", disse Albornoz, coordenador da Comissão Especial da Assembléia Nacional, responsável pela investigação dos financiamentos estrangeiros. Entre os grupos analisados, a Súmate é a principal organização sob a mira da Assembléia Nacional e de órgãos judiciais. Criada após o golpe de Estado de 2002, a Súmate é considerada como a principal promotora da campanha para a realização do referendo que pretendia revogar o mandato de Hugo Chávez. Devido ao recebimento de US$ 31 mil enviados pela NED, o Ministério Público indiciou a organização por conspiração contra o Estado e evasão de impostos. A líder da Súmate, Maria Corina Machado, quem no ano passado se reuniu com o presidente norte-americano George W. Bush, afirma que sua organização promove a "democracia" e que "sofre perseguição" por parte do governo. Além da NED e Usaid, Súmate também haveria recebido US$ 300 mil do Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) dos EUA. "Como justificar a relação entre um departamento de saúde e uma organização essencialmente política?", questiona o deputado José Albornoz.
Projeto alternativo Para Roberto Casanova, do grupo Liderança e Visão, o governo pretende, a partir do caso Súmate, generalizar a atuação de todas as ONGs. "A acusação do governo é ridícula. Como vamos conspirar contra o país com dinheiro usado para organizar seminários? Isso é desculpa para intervir nas organizações", disse Casanova. Um dos trabalhos realizados pela organização denominada Um Sonho para a Venezuela contou com a colaboração de capital estrangeiro. "Temos todos os gastos notificados. Estamos de portas abertas para auditorias", afirma.
Projeto de Lei A Assembléia Nacional está debatendo um projeto de lei para regulamentar o trabalho das organizações. Entre outras medidas, poderá exigir a revelação das fontes de financiamento às ONGs. Na opinião de Eva Golinger, é fundamental que o Estado "atue com mais rigor na regulação e investigações". A seu ver o objetivo principal dos Estados Unidos é impedir a reeleição de Chávez. "A última estratégia (dos Estados Unidos) será desacreditar as eleições com o apoio das organizações e convocar uma intervenção estrangeira no país", disse. Durante o processo do referendo revocatório, EUA entre outros países da região discutiam a aplicação da Carta Democrática da Organização dos Estados Americanos (OEA) para reestalebecer a ordem na Venezuela. A proposta foi recusada pela maioria dos países-membros.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/09/060906_venezuela_jardim.shtml
Escrito por CBLB às 06h47
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O sonho de Salvador Allende não morreu.
Allende é um marco na história da América Latina porque mostrou que é possível a existência de um governo popular, nacional e classista que atenda às necessidades de seus cidadãos.
Ele permanece vivo em cada pessoa que luta por uma sociedade justa e por uma América Latina bolivariana e socialista.
Seus ideais seguem nas mentes e nos corações dos lutadores e lutadoras sociais que lutam pela libertação nacional e social de nossos países e de nossa América.

NA REVOLUÇÃO DE BOLÍVAR, MARIATEGUI, PRESTES, ALLENDE, BRIZOLA E CHE NOS ENCONTRAMOS TODOS!
COM O POVO, PELA PÁTRIA, PELA LIBERTAÇÃO NACIONAL E O SOCIALISMO!
COM BOLÍVAR E ALLENDE DIZEMOS: TODO O PODER PARA O POVO!
Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 20h06
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Não tenho condições de ser um mártir, sou um lutador social que cumpre uma tarefa dada pelo povo. Entendam, porém, aqueles que querem fazer a história retroceder e desconhecer a vontade da maioria do Chile: sem ter carne de mártir, não darei nenhum passo atrás...Somente à balaços é que poderão impedir a vontade que é fazer cumprir o programa do povo."
Salvado Allende, alocução das 8:45 h., da manhã de 11 de setembro de 1973.
O sonho de uma sociedade igualitária se fez real no Chile quando, em 1970, Salvador Allende venceu as eleições presidenciais no país. Sua vitória significou a implantação do mais democrático regime político da América Latina, até então. Um governo efetivamente popular que tinha o objetivo de promover profundas transformações sociais no país e oferecer aos seus cidadãos condições dignas de vida. Para isso, as primeiras medidas englobaram itens como uma previdência para todos, atendimento médico, a independência ao Fundo Monetário Internacional, a nacionalização das indústrias e uma efetiva Reforma Agrária.
Todas estas medidas, a favor do povo chileno, não agradou a elite reacionária do Chile, tampouco aos Estados Unidos. Em 11 de setembro de 1973, o país sofre o golpe militar, tendo Augusto Pinochet, então Ministro das Armas, como um dos principais líderes. Começava uma das mais sangrentas ditaduras militares presenciadas em toda a América do Sul, que resultou na morte de mais de 3 mil pessoas. O presidente Salvador Allende é covardemente assassinado no Palácio de la Moneda.
Uma vida política em nome das transformações sociais
Médico de formação, Allende nasceu em 26 de junho de 1908, na cidade de Valparaíso. Em 1926 ingressa na universidade, onde se torna presidente do Centro de Alunos de Medicina e organiza um grupo de estudos, junto com outros colegas, so bre marxismo. Já em 1930 participa ativamente da luta contra a ditadura de Carlos Ibañes, como vice-presidente da Federação de Estudantes do Chile.
Um dos fundadores do Partido Socialista, é exilado em 1935 por fazer dura oposição ao governo conservador de Ibañes. Quando retorna a Valparaíso, em 1936, participa da criação da Frente Popular, sendo eleito para seu primeiro cargo público: deputado por Valparaíso e Aconcágua, no Congresso Nacional Chileno.Em 1940, conhece Hortênsia Bussi, com quem se casa e tem três filhas: Laura, María Isabel e Beatriz.
Em 1959, Allende inicia sua aproximação com os países socialistas. Visita Havana, com o intuito de conhecer o processo revolucionário cubano e se encontra com Fidel Castro e Che Guevara. Em 1964, visita Coréia, Vietnã e União Soviética, pelo aniversário de 50 anos da Revolução Russa.
Mas é em 1969 que Allende participa da formação da Unidade Popular, que reúne comunistas, socialistas, Movimento de Ação Popular Unitária e Ação Popular Independente. O poeta e ganhador do prêmio Nobel de Literatura, Pablo Neruda, candidato à presidência pelo Partido Comunista, abandona sua candidatura para unir-se a Allende e garantir a sua vitória.
(continua)
Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 20h02
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Imperialismo não aceita vitória de Allende
A eleição de Salvador Allende provocou a ira dos setores reacionários do Chile, que contaram com o irrestrito apoio dos Estados Unidos, através da CIA.Desta forma, desenvolveram formas de boicote ao governo, como greves de setores vitais, como o transporte. Desta forma, itens de primeira necessidade como alimentos, não chegavam às cidades. A classe média burguesa, que se opunha ao regime popular de Allende, passou a estocar produtos para criar um falso clima de desabastecimento no país.
Os Estados Unidos tiveram seus interesses prejudicados com a eleição de Allende para a presidência do Chile, porque ela significou uma enorme barreira para a Operação Condor, planejada para conter os movimentos de resistência às ditaduras militares que se espalhavam pelos países da América Latina nas décadas de 60 e 70. A Argentina e o Brasil foram exemplos destas ditaduras.
Dia cinza para o Chile e para o mundo
Em 11 de setembro de 1973, tanques e tropas militares circulam pelas ruas de Santiago. Aviões fazem vôos rasantes no céu. No rádio, hinos militares. Estava instaurado o golpe militar, que resultaria numa ditadura de 17 anos para o povo chileno. Na manhã deste dia, direto do Palácio de la Moneda, Salvador Allende faz um emocionado discurso aos cidadãos chilenos. Era a última vez que eles o ouviriam: ''Trabalhadores da minha pátria: quero lhes agradecer a lealdade que sempre tiveram, a confiança que depositaram em um homem que somente foi o interpréte dos grandes anseios de justiça. Estou me dirigindo, sobretudo, à modesta mulher da nossa terra, à camponesa que acreditou em nós. Dirigo-me ao homem do Chile, ao operário, àqueles que cantaram, que entregaram sua alegria e seu espírito de luta'', disse Allende. Os generais pressionavam para que o presidente renunciasse ao seu cargo, mas ele se negou: ''Pagarei com a minha vida a defesa dos princípios que são caros a esta Pátria''. Armado com fuzil soviético e um capacete dos trabalhadores mineiros, Allende não sucumbiu, permaneceu em combate até a destruição total do Palácio de La Moneda. Lá, defendendo seus ideais, foi assassinado pelas tropas de Pinochet.
Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 20h02
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Categoria: Nossa América
Escrito por CBLB às 21h35
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Categoria: Círculos na Luta
Escrito por CBLB às 23h04
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Ato na Presidente Vargas marca o Grito dos Excluídos no Rio
Quatorze estados realizam protestos no Sete de Setembro
Os participantes do Grito dos Excluídos fizeram manifestação em vários lugares do País que tiveram o tradicional desfile de comemoração da Independência do Brasil. Em pelo menos 14 estados de todo o país, os atos transcorreram normalmente.
No Rio, cerca de mil manifestantes caminharam pela avenida Presidente Vargas, no centro do Rio, em direção à Central do Brasil após resistir à tentativa de dispersão pela Polícia Militar fluminense.
Anualmente, o Grito dos Excluídos une vozes de lutadores e lutadoras do povo para protestar contra o descaso dos governos frente ao sofrimento da população. Nesta 12ª edição, as manifestações no Rio de Janeiro trazem o mote da campanha que defende a reestatização da Vale do Rio Doce, tendo em vista as irregularidades que cercaram o leilão. Em janeiro deste ano, a 5ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal) de Brasília decidiu que a venda da ex-estatal terá de passar por uma perícia técnica e a privatização será revista.
Representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da Coordenação Nacional de Lutas (CONLUTAS), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Marcha Mundial da Mulheres, da Federação das Associações de Moradores de Favelas do Estado do Rio (FAFERJ), da Frente de Luta Popular (FLP), do Coletivo Lutarmada HIP HOP, da União Nacional dos Estudantes (UNE), do Movimento Bolivariano Círculos Bolivarianos Leonel Brizola e diversas entidades e grupos que defendem direitos sociais se organizaram em seis alas para representar as reivindicações populares e a luta pelo poder popular.
A primeira ala reuniu as entidades da campanha A Vale é Nossa e de outras iniciativas ligadas à defesa das riquezas naturais brasileiras. Em seguida, vieram os movimentos em defesa da Terra e Moradia; do Trabalho, Serviço Público e Previdência Social; em defesa da Paz e contra a Violência; da Educação e Saúde e pelo Poder Popular e a Cultura.
Após a apresentação militar as alas desfilaram pela avenida Presidente Vargas, local do desfile militar oficial, e protestaram diante do monumento em homenagem a Zumbi dos Palmares pela anulação da reestatização da Companhia Vale do Rio Doce.
A coordenação do protesto nacional espera que o número de participantes ultrapasse 2005, quando mais de um milhão de pessoas se mobilizaram em defesa da participação popular nas decisões dos governos. A expectativa é de que 1,5 milhão de pessoas, em mais de 1.500 localidades, participem dos protestos por todo o país.
Categoria: Círculos na Luta
Escrito por CBLB às 22h45
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Em parceria com o movimento bolivariano Círculos Bolivarianos Leonel Brizola e com a FAFERJ, o Coletivo de Educação Popular – Escola Bolivariana de Poder Popular realizará nos meses de setembro, outubro e novembro de 2006 a primeira fase da Missão Rui Mauro Marini de capacitação política no espaço da futura Casa Bolivariana no Campo de Santana 24/3º andar.
Cada curso terá cerca de 15 inscrições que deverão ser feitas com antecedência na secretaria da FAFERJ Campo de Santana 24/1ºandar. As inscrições e o material do curso são gratuitos.
Maiores informações no local ou por coledupo.ebp@gmail.com
Toda terça-feira das 18h às 19h 30 min
Brasil, Rio e Favelas: Que História é essa?
Vamos refletir coletivamente sobre a estória que nos contam e reencontrar a nossa História: a História do povo trabalhador...
5/09
O Ascenso das lutas populares/período de 45 a 64
12/09
O regime militar.
19/09
A “democratização”
26/09
A história do Rio
Categoria: Teoria e Prática
Escrito por CBLB às 22h26
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Conhecendo e transformando a sociedade.
Vamos refletir coletivamente sobre a realidade brasileira e os instrumentos para transformá-la...
10/10 A sociedade em que vivemos.
17/10 Os problemas do Brasil.
24/10 Como mudar a realidade.
31/10 Os movimentos sociais, políticos e as Assembléias populares
História, política e sociedade.
Vamos aprofundar coletivamente nossos conhecimentos sobre a sociedade em que vivemos
14/11 O que é a História
21/11 O Surgimento da desigualdade e a luta de classes.
28/11 A História e as transformações sociais
Categoria: Teoria e Prática
Escrito por CBLB às 22h25
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